{"id":395,"date":"2018-10-10T14:17:07","date_gmt":"2018-10-10T14:17:07","guid":{"rendered":"https:\/\/sismec.org.br\/site\/?p=395"},"modified":"2018-10-10T14:18:21","modified_gmt":"2018-10-10T14:18:21","slug":"outubro-rosa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sismec.org.br\/site\/outubro-rosa\/","title":{"rendered":"Outubro rosa, Enfermagem rosa"},"content":{"rendered":"<p>Cada ano vem aumentando a ades\u00e3o ao movimento mundial\u00a0<b>&#8220;Outubro Rosa&#8221;<\/b>, que visa chamar aten\u00e7\u00e3o, diretamente, para a realidade atual do c\u00e2ncer de mama e a import\u00e2ncia do diagn\u00f3stico precoce.Na d\u00e9cada de 1990, nasce o movimento conhecido como Outubro Rosa, para estimular a participa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o no controle do c\u00e2ncer de mama. A data \u00e9 celebrada anualmente, com o objetivo de compartilhar informa\u00e7\u00f5es sobre o c\u00e2ncer de mama, promover a conscientiza\u00e7\u00e3o sobre a doen\u00e7a, proporcionar maior acesso aos servi\u00e7os de diagn\u00f3stico e de tratamento e contribuir para a redu\u00e7\u00e3o da mortalidade.<\/p>\n<p>Com exce\u00e7\u00e3o dos tumores de pele,\u00a0<strong>o c\u00e2ncer de mama<\/strong>\u00a0\u00e9 o mais comum entre as mulheres. E, apesar das melhorias recentes no tratamento, \u00e9 ineg\u00e1vel que\u00a0as brasileiras ainda passam por grandes desafios contra essa doen\u00e7a. Da\u00ed a import\u00e2ncia de, todo ano, valorizar o\u00a0<strong>Outubro Rosa<\/strong>.<\/p>\n<p>Entre os 600 mil novos casos de c\u00e2ncer esperados para 2018 no Brasil, est\u00e3o reunidas centenas \u2013 ou at\u00e9 milhares \u2013 de doen\u00e7as distintas. E n\u00e3o estamos falando apenas do local de origem do tumor. \u201cCada vez mais n\u00f3s identificamos particularidades na biologia e no comportamento de c\u00e2nceres que surgem em uma mesma regi\u00e3o do corpo\u201d, ressalta o oncologista Sergio Simon, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Cl\u00ednica (SBOC). \u201cOu seja, o c\u00e2ncer de mama de uma mulher \u00e9 diferente do c\u00e2ncer de mama de outra\u201d, arremata.<\/p>\n<p>O desafio atual \u00e9 garantir acesso \u00e0 popula\u00e7\u00e3o a tratamentos efetivos para cada situa\u00e7\u00e3o, sem perder de vista a sustentabilidade do sistema de sa\u00fade brasileiro. Est\u00e1 a\u00ed um dos pontos centrais do 8\u00ba F\u00f3rum Nacional de Pol\u00edticas de Sa\u00fade em Oncologia, realizado pelo Instituto Oncologia entre os dias 26 e 27 de abril, na cidade de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>E, se h\u00e1 uma boa not\u00edcia para contar, \u00e9 a de que o c\u00e2ncer de mama passou por melhorias consider\u00e1veis no atendimento. \u201cEm compara\u00e7\u00e3o com 20 ou 30 anos atr\u00e1s, ele se tornou uma doen\u00e7a control\u00e1vel na maioria dos casos. Mesmo os tumores avan\u00e7ados agora possuem tratamentos que amenizam as complica\u00e7\u00f5es, aumentam a expectativa de vida e oferecem mais qualidade de vida\u201d, diz Simon.<\/p>\n<p>O m\u00e9dico inclusive revelou que recentemente comemorou \u201cbodas de prata\u201d com uma paciente que tem um c\u00e2ncer metast\u00e1tico (ou seja, espalhado pelo corpo). S\u00e3o 25 anos de conv\u00edvio controlado com o problema. Pouco tempo atr\u00e1s, isso seria rar\u00edssimo.<\/p>\n<p>As pesquisas internacionais tamb\u00e9m apontam para essa mudan\u00e7a de panorama. Veja o estudo Concord-3, que juntou dados de 37 513 025 pessoas com c\u00e2ncer de 71 pa\u00edses, e foi publicada no respeitado peri\u00f3dico The Lancet. Segundo o levantamento, entre 2000 e 2004, 68,7% das brasileiras diagnosticadas com um tumor de mama viviam cinco anos ou mais. J\u00e1 entre 2010 e 2014, o n\u00famero subiu para 75,2%.<\/p>\n<p>O que est\u00e1 por tr\u00e1s disso? N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil responder a pergunta, mas a press\u00e3o da sociedade por um melhor atendimento certamente tem sua influ\u00eancia. Basta pensar que uma das campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o mais conhecidas na \u00e1rea da sa\u00fade \u00e9 o Outubro Rosa, que foca na preven\u00e7\u00e3o, no diagn\u00f3stico e no combate ao c\u00e2ncer de mama.<\/p>\n<p>Fora isso, \u00e9 primordial lembrar dos mutir\u00f5es de mamografia e da incorpora\u00e7\u00e3o de tratamentos modernos no Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS). Sim, ao contr\u00e1rio de alguns outros tipos de c\u00e2ncer \u2013 em que os rem\u00e9dios mais novos est\u00e3o limitados a partes do setor privado \u2013, a paciente com tumor de mama tem hoje \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o f\u00e1rmacos modernos na rede p\u00fablica.<\/p>\n<p>Mas lembra que falamos que um c\u00e2ncer de mama pode ser muito diferente do outro? Pois h\u00e1 medicamentos dispon\u00edveis no SUS que atuam em altera\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas respons\u00e1veis por essas mudan\u00e7as. A chamada terapia-alvo mira essas particularidades, alcan\u00e7ando resultados animadores \u2013 e com menos efeitos colaterais do que a quimioterapia, por exemplo.<\/p>\n<p>Por isso \u00e9 t\u00e3o importante conhecer as caracter\u00edsticas de cada c\u00e2ncer. E o caso da brasileira Maria Paula Bandeira ilustra bem isso.<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-398 alignleft\" src=\"https:\/\/sismec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/OUT-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"354\" height=\"236\" srcset=\"https:\/\/sismec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/OUT-300x200.jpg 300w, https:\/\/sismec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/OUT-95x62.jpg 95w, https:\/\/sismec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/OUT.jpg 680w\" sizes=\"auto, (max-width: 354px) 100vw, 354px\" \/><\/p>\n<p>\u201cQuanto mais a gente fala do c\u00e2ncer, menor ele fica\u201d<\/p>\n<p>c\u00e2ncer de mama\u00a0 Maria Paula Bandeira, 31 anos, tem um perfil no Instagram que aborda o c\u00e2ncer de mama e seu diagn\u00f3stico<\/p>\n<p>Maria Paula Bandeira, 31 anos, tem um perfil no Instagram que aborda o c\u00e2ncer de mama e seu diagn\u00f3stico (Foto: Marcos Bacon\/SA\u00daDE \u00e9 Vital)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Aos 31 anos, a pernambucana Maria Paula Bandeira defende que conhecimento e informa\u00e7\u00e3o s\u00e3o grandes armas contra essa doen\u00e7a. Faz sentido. Em 2011, ela foi diagnosticada com um c\u00e2ncer de mama em fase inicial. Ap\u00f3s uma cirurgia, o problema sumiu dos radares. Ainda assim, Maria Paula passou por sess\u00f5es de radioterapia e quimioterapia, al\u00e9m de tomar por anos rem\u00e9dios que bloqueiam a a\u00e7\u00e3o de certos horm\u00f4nios que instigam o c\u00e2ncer (\u00e9 a tal hormonioterapia, indicado para o seu tipo de c\u00e2ncer, na \u00e9poca).<\/p>\n<p>\u201cDo ponto de vista de individualiza\u00e7\u00e3o, por exemplo, devemos saber se o subtipo do c\u00e2ncer de mama \u00e9 sens\u00edvel a esses horm\u00f4nios. Do contr\u00e1rio, de pouco adianta oferecer a hormonioterapia\u201d, explica Simon.<\/p>\n<p>Com essas medidas, para o tipo do tumor de Maria Paula, cabe ressaltar, os m\u00e9dicos falavam em 95% de chance de cura. Eis que, em janeiro de 2016, um exame acusou um n\u00f3dulo no ov\u00e1rio dela. Ao investigar a fundo a situa\u00e7\u00e3o, os especialistas encontraram outros focos no f\u00edgado e nos ossos. O c\u00e2ncer havia retornado silenciosamente, com outro tipo, e se alastrado pelo organismo sem manifestar sintomas claros. A partir da\u00ed, Maria Paula era uma mulher com tumor de mama metast\u00e1tico.<\/p>\n<p>\u201cNingu\u00e9m me falou o que acontecia se eu ca\u00edsse na turma das 5% de pacientes com c\u00e2ncer de mama inicial que n\u00e3o se curam\u201d, aponta. De acordo com ela, v\u00e1rias pessoas \u201ca velavam viva\u201d \u2013 o que, como descobriu, estava longe de ser condizente com seu estado de sa\u00fade. Agora, Maria Paula possui um c\u00e2ncer do tipo HER2+ \u2013 a doen\u00e7a mudou. Estranhou? Basta entender que seu tumor \u00e9 cheio de prote\u00ednas que aceleram a progress\u00e3o da enfermidade. S\u00e3o as tais HER2. Se por um lado a presen\u00e7a dessas caracter\u00edsticas sugere que a doen\u00e7a pode avan\u00e7ar mais rapidamente caso nada seja feito, por outro abre as portas para a utiliza\u00e7\u00e3o de alguns medicamentos pertencentes \u00e0 classe da terapia-alvo. Junto com outras sess\u00f5es de qu\u00edmio, Maria Paula recorreu a essa estrat\u00e9gia. E pouco menos de um m\u00eas atr\u00e1s ouviu dos m\u00e9dicos que o c\u00e2ncer tinha sumido novamente \u2013 o que n\u00e3o deve ser confundido com cura, porque resqu\u00edcios imposs\u00edveis de serem rastreados podem eventualmente ganhar for\u00e7a de novo.<\/p>\n<p>\u201cO tratamento agora \u00e9 para sempre. Mas eu consigo viver, trabalhar, viajar com meu marido, sair com os amigos\u201d, destaca Maria Paula. Aos poucos, ela aprendeu o que realmente significa ter c\u00e2ncer de mama metast\u00e1tico.<\/p>\n<p>\u201cEu fiquei desesperada quando meu c\u00e2ncer voltou, porque n\u00e3o sabia como agir dali em diante. S\u00f3 que fui entendendo que ele era apenas um aspecto da minha vida, e n\u00e3o um protagonista\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Dona do perfil \u201cLen\u00e7o do Dia\u201d no Instagram, que soma mais de 19 mil seguidores, Maria Paula dissemina informa\u00e7\u00f5es para evitar que outras mulheres passem pelo choque que ela teve no in\u00edcio de 2016. E, acima de tudo, para que conhe\u00e7am seu quadro de sa\u00fade direito e cobrem por um atendimento personalizado, dentro do poss\u00edvel. \u201cQuanto mais a gente fala do c\u00e2ncer, menor ele fica\u201d, conclui<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>fonte: saude.abril.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cada ano vem aumentando a ades\u00e3o ao movimento mundial\u00a0&#8220;Outubro Rosa&#8221;, que visa chamar aten\u00e7\u00e3o, diretamente, para a realidade atual do c\u00e2ncer de mama e a import\u00e2ncia do diagn\u00f3stico precoce.Na d\u00e9cada de 1990, nasce o movimento conhecido como Outubro Rosa, para estimular a participa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o no controle do c\u00e2ncer de mama. 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